Poesia
Abril de 2021
16 cm x 13 cm
106 pp.

Pauliceia Desvairada

Mário de Andrade

9.00 

Pauliceia Desvairada foi publicado em 1922, ano em que também decorreu em São Paulo a Semana de Arte Moderna, que viria marcar o começo dos movimentos de vanguarda no Brasil. Marco do Modernismo brasileiro, Pauliceia Desvairada começa com «Prefácio Interessantíssimo», que funda, ao jeito de um manifesto, os princípios de uma nova corrente estética, que se concretizaria nos poemas que compõem Pauliceia, e que se apropria de São Paulo enquanto paisagem e motivo dos princípios estéticos definidos por Mário de Andrade, como o verso livre e a expressão de uma urbanidade sintética, fragmentária, anti-romântica e antiburguesa. Enfim, a expressão de uma arte nova, que Pauliceia Desvairada veio inaugurar nas letras brasileiras.

Mário de Andrade nasceu em 1893, em São Paulo. Homem ecléctico, formou-se em Piano no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, em 1917, ano em que se estreou na poesia com o livro Há uma gota de sangue em cada poema. Em 1922, publica Pauliceia Desvairada e, nesse mesmo ano, organiza, com outros artistas e intelectuais, a Semana de Arte Moderna, evento que iniciaria o Modernismo brasileiro.

Da sua vasta produção literária destacamos, além das obras já referidas, os romances Amar, Verbo Intransitivo (1927) e Macunaíma (1928); na poesia, Losango Caqui (1926) e Clã do Jabuti (1927); e no ensaio, A Escrava que não é Isaura (1925) e Ensaio sobre Música Brasileira (1928).

Mário de Andrade morreu em São Paulo, a 25 de Fevereiro de 1945.

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