Poesia
Maio de 2019
14 cm x 21 cm
198 pp.

Lagar

Gabriela Mistral | Tradução: Diogo Fernandes

13.50 

Lagar foi publicado pela primeira vez em 1954. O título do livro alude a uma operação que envolve as próprias raízes da natureza e do homem que a trabalha. O lagar é o local onde as uvas e as azeitonas são esmagadas para fazer vinho e azeite, onde a maçã é esmagada para fazer sidra, ou seja, onde a fruta madura é esmagada até desistir de tudo, perdendo a sua identidade para ser transformada noutra coisa por uma acção externa. O lagar torna-se assim símbolo de renascimento e o aparecimento de outra vida após a morte. Natureza, morte e vida, destruição e renovação, parecem ser os eixos temáticos centrais da obra de Gabriela Mistral, resumidos e elevados ao estatuto de símbolos metafóricos no espaço de um lagar.

Gabriela Mistral, pseudónimo de Lucila Godoy Alcayaga, foi a primeia autora sul-americana a ser contemplada com o Prémio Nobel da Literatura, em 1945. Nascida no Chile, em 1889, foi professora, diplomata (com passagens por Lisboa, Porto e Petrópolis, entre outras), activista e, sobretudo, poeta. Entre as suas obras destacam-se a publicação de Tala, em 1938, e Lagar, em 1954. Morreu em Nova Iorque, em 1957.

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