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	<title>Livros &#8211; Antítese Editores</title>
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	<description>Editora de livros</description>
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	<title>Livros &#8211; Antítese Editores</title>
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		<title>Museu do Romance da Eterna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 08:55:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Macedonio Fernández nasceu em Buenos Aires a 1 de junho de 1874. . Frequentou o Colégio Nacional e mais tarde estudou Direito e Ciências Sociais na Universidade de Buenos Aires, onde foi colega e amigo de Jorge Borges, pai de Jorge Luis.
Em 1892 publicou crónicas em <em>El Progreso</em>. Em 1897, doutorou-se em Direito. Nesse ano participa com vários amigos num projeto para a fundação de uma colónia socialista na selva do Paraguai.
Em 1901 casa-se com Elena de Obieta, com quem tem quatro filhos: Macedonio, Adolfo, Jorge e Elena.
Durante vinte e cinco anos, Macedonio exerceu a advocacia sem grande entusiasmo.
A sua mulher morreu em 1920, após uma cirurgia, e os quatro filhos ficaram ao cuidado dos avós e das tias. Macedónio abandona a profissão de advogado e vive austeramente em pensões nos bairros Once e Tribunales. Os únicos objectos que possuía eram uma frigideira, um aquecedor Primus, uma chaleira para beber mate, uma guitarra e uma fotografia de William James.
Em 1927, candidata-se à presidência da nação. Este foi o pretexto para uma campanha eleitoral surrealista, com a cumplicidade dos seus amigos. Foi «derrotado» por Hipólito Irigoyen.
Em 1947, foi viver com o seu filho Adolfo de Obieta, em frente ao Jardim Botânico.
Morreu a 10 de fevereiro de 1952, com 78 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obra de Macedonio Fernández encarna a autonomia da ficção plena. A sua influência sobre o Jorge Luis Borges foi definitiva, materializada na obsessão pela obra dentro da própria obra e na concepção onírica da realidade. E assim começou a lenda de Macedonio Fernández, cuja genealogia ainda não decifrámos em Borges. Em <em>Museu do Romance da Eterna</em> o autor encerra a teia labiríntica da sua formulação estética mais enfática. Romance alheio ao conceito de realidade canonizado pela tradição literária, centra-se na questão da verosimilhança das experiências mentais confundidas no texto como um itinerário de digressões em torno de uma única personagem: o leitor.</p>
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		<title>O Voo dos Flamingos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 17:00:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<strong>Paula Cristina Costa</strong> é Licenciada, Mestre e Doutorada em Literatura Portuguesa Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Universidade onde também é Professora desde 1988. Escreve Ensaio – “O Crepúsculo do Contemporâneo (Lisboa, Nova Vega, 2020) é o seu livro mais recente. Da poesia ao conto, e ao conto infantil, já experimentou alguns modos de escrever diferentes. “O voo dos flamingos” é o seu primeiro romance publicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>O voo dos flamingos </em></strong>conta-nos, em vozes narrativas diferentes, a história de amor entre Sofia e Diogo. Sofia, uma hospedeira bela como uma Afrodite, que gostava de ter sido bailarina, procurará sempre na dança, como no amor, esse doce equilíbrio que ela gostava de observar no voo dos flamingos. Com um casamento longe de ser um casamento feliz, intempestivamente, Sofia apaixona-se pelo Comandante Diogo, um homem também ele belo como um Adónis, apaixonado pela literatura, pela obra de Hemingway, muito em particular. Mas Diogo esconde, na sua aparente perfeição, fantasmas do passado que o perseguem e que se irão revelar de forma surpreendentemente trágica. Partindo de uma frase de Hemingway- «Um homem pode ser destruído, mas não derrotado» -, nasce esta história de um amor ardente e interdito que nos leva a viajar pela rota da obra e da vida de Hemingway, de Paris a Cuba, num apaixonante e trágico diálogo entre Diogo e o escritor de “O Velho e o Mar”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Poema do Chile</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 16:52:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriela Mistral, pseudónimo de Lucila Godoy Alcayaga, foi a primeia autora sul-americana a ser contemplada com o Prémio Nobel da Literatura, em 1945. Nascida no Chile, em 1889, foi professora, diplomata (com passagens por Lisboa, Porto e Petrópolis, entre outras), activista e, sobretudo, poeta. Entre as suas obras destacam-se a publicação de <em>Tala</em>, em 1938, e <em>Lagar</em>, em 1954. Morreu em Nova Iorque, em 1957.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os últimos vinte anos da sua vida teve uma preocupação contínua: escrever poemas sobre toda espécie de assuntos relacionados com o seu país: canta as suas plantas, animais, os rios, o mar, os lugares e  procura sensibilizar para os problemas dos camponeses e a reforma agrária; para ela, escrever estes poemas não foi um afã literário mas uma necessidade vital.</p>
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		<title>Biografia para Chet Carpio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 11:26:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diogo Soares nasceu em 1996, em Braga. Aos 18 anos imigrou para Lisboa. Licenciou-se, primeiro em Ciências da Comunicação, e depois em Línguas, Literaturas e Culturas. Estudou cinema durante sete meses em Praga, cidade que lhe revelou a importância das consoantes oclusivas. Regressou a Lisboa, onde ainda continua à espera do seu cartão de residência e onde escreveu a sua obra de estreia, Biografia para Chet Carpio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Biografia para Chet Carpio</em>, de Diogo Soares, relata-nos a tarefa impossível de resgatar um ser à matéria informe da não-existência: é preciso percorrer os lugares que essa personagem teria percorrido, dar-lhes forma e, talvez, encontrar-lhes um propósito, na medida em que é concebível extrair um sentido de qualquer existência humana. Do mesmo modo, exige do seu criador, pela lei da justa equivalência, que desapareça progressivamente até encontrar no seu fim a justificação para nos ter, a nós leitores, enganado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Macunaíma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 00:36:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mário de Andrade nasceu em 1893, em São Paulo. Homem ecléctico, formou-se em Piano no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, em 1917, ano em que se estreou na poesia com o livro Há uma gota de sangue em cada poema. Em 1922, publica Pauliceia Desvairada e, nesse mesmo ano, organiza, com outros artistas e intelectuais, a Semana de Arte Moderna, evento que iniciaria o Modernismo brasileiro.

Da sua vasta produção literária destacamos, além das obras já referidas, os romances Amar, Verbo Intransitivo (1927) e Macunaíma (1928); na poesia, Losango Caqui (1926) e Clã do Jabuti (1927); e no ensaio, A Escrava que não é Isaura (1925) e Ensaio sobre Música Brasileira (1928).

Mário de Andrade morreu em São Paulo, a 25 de Fevereiro de 1945.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Macunaíma</em> foi publicado em 1928 e é considerado a obra-prima de Mário de Andrade. Inspirado em lendas, crónicas, ditados e folclore, é também um marco da literatura brasileira, tido como romance fundador. O herói do romance é muitas vezes equiparado ao retrato do Brasil. O carácter glutão e antropofágico da cultura brasileira é uma das faces do pensamento modernista, e é por isso que Macunaíma é um herói sem nenhum carácter, porque todos os caracteres são seus. Primeiro é uma criança com a sexualização de um adulto; depois, é um adulto com «carinha enjoativa de piá»; é preguiçoso e mesquinho, mas desarma todos à sua volta com a sua alegria e sensibilidade; é um índio negro que se transforma em branco; é malévolo e egoísta, mas mostra a sua humanidade em vários episódios. Macunaíma é um retrato cómico do brasileiro, mas, e Mário de Andrade faz questão de sublinhar, não é um símbolo, é antes o sintoma da falta de carácter do Brasil.</p>
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		<title>Pauliceia Desvairada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 00:34:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mário de Andrade nasceu em 1893, em São Paulo. Homem ecléctico, formou-se em Piano no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, em 1917, ano em que se estreou na poesia com o livro Há uma gota de sangue em cada poema. Em 1922, publica <em>Pauliceia Desvairada</em> e, nesse mesmo ano, organiza, com outros artistas e intelectuais, a Semana de Arte Moderna, evento que iniciaria o Modernismo brasileiro.

Da sua vasta produção literária destacamos, além das obras já referidas, os romances <em>Amar, Verbo Intransitivo</em> (1927) e <em>Macunaíma</em> (1928); na poesia, <em>Losango Caqui</em> (1926) e <em>Clã do Jabuti</em> (1927); e no ensaio, <em>A Escrava que não é Isaura</em> (1925) e <em>Ensaio sobre Música Brasileira</em> (1928).

Mário de Andrade morreu em São Paulo, a 25 de Fevereiro de 1945.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pauliceia Desvairada</em> foi publicado em 1922, ano em que também decorreu em São Paulo a Semana de Arte Moderna, que viria marcar o começo dos movimentos de vanguarda no Brasil. Marco do Modernismo brasileiro, <em>Pauliceia Desvairada</em> começa com «Prefácio Interessantíssimo», que funda, ao jeito de um manifesto, os princípios de uma nova corrente estética, que se concretizaria nos poemas que compõem <em>Pauliceia</em>, e que se apropria de São Paulo enquanto paisagem e motivo dos princípios estéticos definidos por Mário de Andrade, como o verso livre e a expressão de uma urbanidade sintética, fragmentária, anti-romântica e antiburguesa. Enfim, a expressão de uma arte nova, que <em>Pauliceia Desvairada</em> veio inaugurar nas letras brasileiras.</p>
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		<title>Poemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 00:31:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Léon-Paul Fargue nasceu em Paris, em 1876.

Antes de atingir os 20 anos de idade, Fargue já tinha publicado o seu importante poema <em>Tancrède</em> na revista <em>Pan</em> (1895; publicado em e livro em 1911) e tinha-se tornado membro do círculo Simbolista ligado ao <em>Le Mercure de France</em>. A sua primeira colecção de versos, <em>Poèmes</em>, foi publicada em 1912 e reeditada em 1918. Obras posteriores incluem <em>Pour la musique</em> (1919), <em>Espaces</em> (1929), e <em>Sous la lampe</em> (1929). Depois de 1930, Fargue dedicou-se quase exclusivamente ao jornalismo, escrevendo colunas de jornais e ensaios líricos.

Fargue morreu aos 71 anos, em 1947.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em>Poemas</em>, publicado originalmente em 1912, Fargue mistura o Surrealismo com uma delicada quietude musical que evolui do Simbolismo francês. Ao mesmo tempo, as imagens frequentemente estranhas e perturbadoras de Fargue desdobram um sentido mais pessoal da sua poesia: a convicção de que a imagem poética é um regresso, uma reescrita da infância, um desbloqueio das passagens mais íntimas do tempo. <em>Poemas</em> é a primeira grande obra de Fargue, um ponto de viragem na sua escrita, e um conjunto exemplar de poemas em prosa.</p>
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		<title>Olhares e Jogos no Espaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 14:52:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hector de Saint-Denys Garneau nasceu a 13 de Junho de 1912, em Sainte-Catherine-de-Fossambault, na província canadiana do Quebeque, onde viria a morrer, a 24 de Outubro de 1943. Poeta e pintor, Garneau é considerado o primeiro autor modernista do Quebeque, apesar de, em vida, ter publicado apenas <em>Olhares e Jogos no Espaço</em>, em 1937. Postumamente, seriam publicados <em>Poesia Completa</em>, em 1949, e <em>Diário</em>, em 1954.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Único livro publicado durante a vida do autor, em 1937, <em>Olhares e Jogos no Espaço</em> marcou um ponto de viragem na literatura do Quebeque, que se limitava, então, a uma pálida imitação da literatura francesa. Os 28 poemas que compõem o livro evocam a necessidade de escapar do mal-estar causado pela imobilidade, com o poeta reconstruindo, como uma criança, um mundo à sua medida, a exigir movimento, na esperança de o tornar habitável, ainda que combatendo a ordem estabelecida que repudia a liberdade do gesto, uma solidão irremediável e um mal-estar metafísico. Apelando à aventura e ao desconhecido, a poesia de Garneau contrasta com a imobilidade da sociedade quebequense de então, com uma consciência torturada mas lúcida, uma experiência do abstracto e uma busca de autenticidade muito inovadora. Recebida com indiferença pela crítica da época, foi posteriormente reconhecida, após a morte do autor, aos 31 anos, como percursora da literatura moderna do Quebeque.</p>
<p>Edição Bilingue.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 14:48:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriela Mistral, pseudónimo de Lucila Godoy Alcayaga, foi a primeia autora sul-americana a ser contemplada com o Prémio Nobel da Literatura, em 1945. Nascida no Chile, em 1889, foi professora, diplomata (com passagens por Lisboa, Porto e Petrópolis, entre outras), activista e, sobretudo, poeta. Entre as suas obras destacam-se a publicação de <em>Tala</em>, em 1938, e <em>Lagar</em>, em 1954. Morreu em Nova Iorque, em 1957.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em><em>Tala</em> evoca a colheita que a poetisa realiza para reunir um conjunto de poemas publicados em revistas e jornais espalhados pela América e Europa. Exemplo disso é a secção intitulada «Saudade», que reúne um conjunto de poemas escritos por Mistral aquando a sua estadia em Portugal. <em>Tala</em> evoca também a grandeza das paisagens da América do Sul e Central, recriando uma mitologia e uma cultura que procura religar as influências ocidentais com a busca do próprio sentimento de americaneidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As flores têm o perfume que a terra lhes dá</title>
		<link>https://antitese.pt/produto/as-flores-tem-o-perfume-que-a-terra-lhes-da/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=as-flores-tem-o-perfume-que-a-terra-lhes-da</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2019 16:31:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diogo O. Paiva nasceu em 1991, em Lisboa. Publicou o conto «Betão», inserido na colectânea <em>O insensato esforço de durar</em> (2017) e a peça de teatro <em>Não andes por aí a perguntar por fantasmas </em>(2017)<em>, </em>ambos pela Antítese Editores. Traduziu, entre outros, Irène Némirovsky, John-Antoine Nau e Saint-Denys Garneau.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há acontecimentos que, pelo seu peso por vezes excessivo, pressupõem em si mesmos uma necessidade de mudança, para ser possível pôr as coisas — a vida — em perspectiva e, talvez, encontrarmos o nosso lugar no mundo.  É essa a situação do protagonista de As flores têm o perfume que a terra lhes dá, que procura suportar as consequências que a doença da sua mãe lhe causa, ao mesmo tempo que tenta compreender a sua relação com os outros (e consigo próprio), sempre através da escrita. Como se de uma impiedosa descida ao Inferno se tratasse, este romance de Diogo Paiva mostra-nos uma representação impiedosa da realidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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