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	<title>Teatro &#8211; Antítese Editores</title>
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	<description>Editora de livros</description>
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	<title>Teatro &#8211; Antítese Editores</title>
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		<title>Uma porta tem de estar aberta ou fechada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 19:38:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«Este conde e esta marquesa que nos têm consigo, fechados numa sala com fronteira nessa maldita porta e o Inverno rugindo gélido lá fora, dão por si precipitados numa dança: o que parecia um momento de nada, dia de receber, dia de tédio para matar, torna-se para eles no derradeiro momento do tudo ou nada. Cada fala precipita acções, tem o condão de constantemente redeterminar proximidade e distância, fazendo-os bailar um tango pouco eficaz (que tão bem reconhecemos) e que os empurra até à inevitabilidade de uma decisão a que chegam mais por uma estranha coincidência no desencontro do que propriamente pela deliberação consciente.»

André Tavares Marçal <em>in </em>Nota do Tradutor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«Este conde e esta marquesa que nos têm consigo, fechados numa sala com fronteira nessa maldita porta e o Inverno rugindo gélido lá fora, dão por si precipitados numa dança: o que parecia um momento de nada, dia de receber, dia de tédio para matar, torna-se para eles no derradeiro momento do tudo ou nada. Cada fala precipita acções, tem o condão de constantemente redeterminar proximidade e distância, fazendo-os bailar um tango pouco eficaz (que tão bem reconhecemos) e que os empurra até à inevitabilidade de uma decisão a que chegam mais por uma estranha coincidência no desencontro do que propriamente pela deliberação consciente.»</p>
<p>André Tavares Marçal <em>in </em>Nota do Tradutor</p>
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		<title>Não andes por aí a perguntar por fantasmas (2.ª Edição)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 18:37:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diogo Paiva nasceu em 1991, em Lisboa. Publicou o conto «Betão», inserido na colectânea <em>O insensato esforço de durar</em> (2017) e a peça de teatro <em>Não andes por aí a perguntar por fantasmas </em>(2017)<em>, </em>ambos pela Antítese Editores. Traduziu, entre outros, Irène Némirovsky, John-Antoine Nau e Saint-Denys Garneau.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem bate a uma porta e pergunta pela sua mulher desaparecida. Mas naquela casa fala-se de outras coisas. Enganos, desencontros, mal-entendidos. Fala-se muito, ouve-se pouco. (Ou em alternativa) Fica muito por dizer, ainda mais por ouvir.Diogo Paiva nasceu em 1991, em Lisboa. Publicou o conto «Betão», inserido na colectânea <em>O insensato esforço de durar</em> (2017) e a peça de teatro <em>Não andes por aí a perguntar por fantasmas </em>(2017)<em>, </em>ambos pela Antítese Editores. Traduziu, entre outros, Irène Némirovsky, John-Antoine Nau e Saint-Denys Garneau.</p>
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