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	<title>Poesia &#8211; Antítese Editores</title>
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	<description>Editora de livros</description>
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	<title>Poesia &#8211; Antítese Editores</title>
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		<title>Poema do Chile</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 16:52:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriela Mistral, pseudónimo de Lucila Godoy Alcayaga, foi a primeia autora sul-americana a ser contemplada com o Prémio Nobel da Literatura, em 1945. Nascida no Chile, em 1889, foi professora, diplomata (com passagens por Lisboa, Porto e Petrópolis, entre outras), activista e, sobretudo, poeta. Entre as suas obras destacam-se a publicação de <em>Tala</em>, em 1938, e <em>Lagar</em>, em 1954. Morreu em Nova Iorque, em 1957.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os últimos vinte anos da sua vida teve uma preocupação contínua: escrever poemas sobre toda espécie de assuntos relacionados com o seu país: canta as suas plantas, animais, os rios, o mar, os lugares e  procura sensibilizar para os problemas dos camponeses e a reforma agrária; para ela, escrever estes poemas não foi um afã literário mas uma necessidade vital.</p>
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		<title>Pauliceia Desvairada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 00:34:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mário de Andrade nasceu em 1893, em São Paulo. Homem ecléctico, formou-se em Piano no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, em 1917, ano em que se estreou na poesia com o livro Há uma gota de sangue em cada poema. Em 1922, publica <em>Pauliceia Desvairada</em> e, nesse mesmo ano, organiza, com outros artistas e intelectuais, a Semana de Arte Moderna, evento que iniciaria o Modernismo brasileiro.

Da sua vasta produção literária destacamos, além das obras já referidas, os romances <em>Amar, Verbo Intransitivo</em> (1927) e <em>Macunaíma</em> (1928); na poesia, <em>Losango Caqui</em> (1926) e <em>Clã do Jabuti</em> (1927); e no ensaio, <em>A Escrava que não é Isaura</em> (1925) e <em>Ensaio sobre Música Brasileira</em> (1928).

Mário de Andrade morreu em São Paulo, a 25 de Fevereiro de 1945.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pauliceia Desvairada</em> foi publicado em 1922, ano em que também decorreu em São Paulo a Semana de Arte Moderna, que viria marcar o começo dos movimentos de vanguarda no Brasil. Marco do Modernismo brasileiro, <em>Pauliceia Desvairada</em> começa com «Prefácio Interessantíssimo», que funda, ao jeito de um manifesto, os princípios de uma nova corrente estética, que se concretizaria nos poemas que compõem <em>Pauliceia</em>, e que se apropria de São Paulo enquanto paisagem e motivo dos princípios estéticos definidos por Mário de Andrade, como o verso livre e a expressão de uma urbanidade sintética, fragmentária, anti-romântica e antiburguesa. Enfim, a expressão de uma arte nova, que <em>Pauliceia Desvairada</em> veio inaugurar nas letras brasileiras.</p>
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		<title>Poemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 00:31:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Léon-Paul Fargue nasceu em Paris, em 1876.

Antes de atingir os 20 anos de idade, Fargue já tinha publicado o seu importante poema <em>Tancrède</em> na revista <em>Pan</em> (1895; publicado em e livro em 1911) e tinha-se tornado membro do círculo Simbolista ligado ao <em>Le Mercure de France</em>. A sua primeira colecção de versos, <em>Poèmes</em>, foi publicada em 1912 e reeditada em 1918. Obras posteriores incluem <em>Pour la musique</em> (1919), <em>Espaces</em> (1929), e <em>Sous la lampe</em> (1929). Depois de 1930, Fargue dedicou-se quase exclusivamente ao jornalismo, escrevendo colunas de jornais e ensaios líricos.

Fargue morreu aos 71 anos, em 1947.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em>Poemas</em>, publicado originalmente em 1912, Fargue mistura o Surrealismo com uma delicada quietude musical que evolui do Simbolismo francês. Ao mesmo tempo, as imagens frequentemente estranhas e perturbadoras de Fargue desdobram um sentido mais pessoal da sua poesia: a convicção de que a imagem poética é um regresso, uma reescrita da infância, um desbloqueio das passagens mais íntimas do tempo. <em>Poemas</em> é a primeira grande obra de Fargue, um ponto de viragem na sua escrita, e um conjunto exemplar de poemas em prosa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Olhares e Jogos no Espaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 14:52:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hector de Saint-Denys Garneau nasceu a 13 de Junho de 1912, em Sainte-Catherine-de-Fossambault, na província canadiana do Quebeque, onde viria a morrer, a 24 de Outubro de 1943. Poeta e pintor, Garneau é considerado o primeiro autor modernista do Quebeque, apesar de, em vida, ter publicado apenas <em>Olhares e Jogos no Espaço</em>, em 1937. Postumamente, seriam publicados <em>Poesia Completa</em>, em 1949, e <em>Diário</em>, em 1954.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Único livro publicado durante a vida do autor, em 1937, <em>Olhares e Jogos no Espaço</em> marcou um ponto de viragem na literatura do Quebeque, que se limitava, então, a uma pálida imitação da literatura francesa. Os 28 poemas que compõem o livro evocam a necessidade de escapar do mal-estar causado pela imobilidade, com o poeta reconstruindo, como uma criança, um mundo à sua medida, a exigir movimento, na esperança de o tornar habitável, ainda que combatendo a ordem estabelecida que repudia a liberdade do gesto, uma solidão irremediável e um mal-estar metafísico. Apelando à aventura e ao desconhecido, a poesia de Garneau contrasta com a imobilidade da sociedade quebequense de então, com uma consciência torturada mas lúcida, uma experiência do abstracto e uma busca de autenticidade muito inovadora. Recebida com indiferença pela crítica da época, foi posteriormente reconhecida, após a morte do autor, aos 31 anos, como percursora da literatura moderna do Quebeque.</p>
<p>Edição Bilingue.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 14:48:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriela Mistral, pseudónimo de Lucila Godoy Alcayaga, foi a primeia autora sul-americana a ser contemplada com o Prémio Nobel da Literatura, em 1945. Nascida no Chile, em 1889, foi professora, diplomata (com passagens por Lisboa, Porto e Petrópolis, entre outras), activista e, sobretudo, poeta. Entre as suas obras destacam-se a publicação de <em>Tala</em>, em 1938, e <em>Lagar</em>, em 1954. Morreu em Nova Iorque, em 1957.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em><em>Tala</em> evoca a colheita que a poetisa realiza para reunir um conjunto de poemas publicados em revistas e jornais espalhados pela América e Europa. Exemplo disso é a secção intitulada «Saudade», que reúne um conjunto de poemas escritos por Mistral aquando a sua estadia em Portugal. <em>Tala</em> evoca também a grandeza das paisagens da América do Sul e Central, recriando uma mitologia e uma cultura que procura religar as influências ocidentais com a busca do próprio sentimento de americaneidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Lagar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 May 2019 19:50:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gabriela Mistral, pseudónimo de Lucila Godoy Alcayaga, foi a primeia autora sul-americana a ser contemplada com o Prémio Nobel da Literatura, em 1945. Nascida no Chile, em 1889, foi professora, diplomata (com passagens por Lisboa, Porto e Petrópolis, entre outras), activista e, sobretudo, poeta. Entre as suas obras destacam-se a publicação de <em>Tala</em>, em 1938, e <em>Lagar</em>, em 1954. Morreu em Nova Iorque, em 1957.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lagar foi publicado pela primeira vez em 1954. O título do livro alude a uma operação que envolve as próprias raízes da natureza e do homem que a trabalha. O lagar é o local onde as uvas e as azeitonas são esmagadas para fazer vinho e azeite, onde a maçã é esmagada para fazer sidra, ou seja, onde a fruta madura é esmagada até desistir de tudo, perdendo a sua identidade para ser transformada noutra coisa por uma acção externa. O lagar torna-se assim símbolo de renascimento e o aparecimento de outra vida após a morte. Natureza, morte e vida, destruição e renovação, parecem ser os eixos temáticos centrais da obra de Gabriela Mistral, resumidos e elevados ao estatuto de símbolos metafóricos no espaço de um lagar.</p>
<p>​</p>
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		<title>Altazor ou A viagem em pára-quedas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 May 2018 17:26:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vicente Huidobro nasceu em Santiago do Chile a 10 de Janeiro de 1893 e morreu em Cartagena a 2 de Janeiro de 1948. Considerado como um dos principais poetas e divulgadores do movimento poético de vanguarda no Chile e na América Latina durante o primeiro terço do século XX, especialmente para o desenvolvimento da sua teoria estética conhecida como criacionismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Altazor</em>, publicado pela primeira vez em 1931 é a obra maior do poeta chileno Vicente Huidobro. A experiência que atravessa o «protagonista» do poema, reveste-se do sentido lírico da totalidade e a plenitude da experiência antes da «viagem em paraquedas» que define o texto como uma fragmentação da identidade do homem. O poeta perde o centro da sua primitiva condição existencial, própria da poesia clássica e moderna, para se dissolver em experiência num espaço e tempo outros. Estranhos, dispersos e angustiados. Eis a poesia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Escatologia para Rilke</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 May 2018 17:23:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Catarina Rosa Serra nasceu em Lisboa a 5 de Outubro de 1988. Publicou em 2017 o conto «Rosa a Judas», inserido na colectânea <em>O Insensato Esforço de Durar, </em>na Antítese Editores. Em 2018, também pela Antítese, publicou o seu primeiro livro de poesia, <em>Escatologia para Rilke</em>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É nesta relação com o tempo e o espaço que Escatologia se aproxima mais da sua forma rilkeana. Porque o poema de Catarina Rosa Serra faz-se contra o tempo. A começar pela sua organização tripartida em que há, talvez, a sugestão de uma inversão temporal — ou pelo menos a sugestão de um tempo circular. A primeira parte «A Recitação» alude já ao gesto final da poesia, o dizer-se em voz alta o poema, mas de uma forma tímida, contida, porque «Hoje / o tempo ainda não é nosso / lemos em voz baixa, para dentro / expiamos.»</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A Construção do Tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antiteseeditor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2016 17:59:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diogo Fernandes nasceu em Lisboa, no ano da graça de nosso Senhor de mil nove e oitenta e oito. Formou-se em Estudos Portugueses, na Universidade Nova de Lisboa, onde completou o seu mestrado sobre a mais fascinante obra de poesia do século XX português, <em>Jeremias o Louco</em>, de José Agostinho Baptista. Fez, por uns tempos, investigação em Literatura Medieval, relendo infindavelmente os Cancioneiros, e em Literatura Portuguesa do século XX, junto do espólio de José de Almada Negreiros ou nos mais escuros recantos da Biblioteca Nacional de Portugal, mas acabou por dedicar o fim dos seus dias ao estudo do conto de autor, sobre o qual publicou alguns artigos, quando não o pôde evitar. Pelo caminho traduziu Vicente Huidobro e Gabriela Mistral, enquanto não teve forças para traduzir toda a América Latina. Publicou um livro de poesia e outro de contos, que considera os seus melhores trabalhos dentro de uma triologia cujo terceiro volume continua por terminar. Diz-se que nunca saiu da Praça de Espanha, mas conheceu o opróbrio na noite de Lisboa e defronte das estantes da FNAC.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo, sob a forma como o compreendemos, constitui-se por imagens abruptas, por vezes desconexas. Na impossibilidade de as ligarmos encontramo-nos à deriva, muito próximos da possibilidade de um naufrágio — real ou metafísico. É preciso reconstituí-las, dar-lhes a forma de uma narrativa inteligível, para que possamos recuperar a nossa identidade. Tarefa inelutavelmente solitária, que o protagonista desta obra terá de superar.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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